Venda de planejamento previdenciário: com e sem IntelPrev
Planejamento previdenciário: como muda a venda sem e com IntelPrev (Análise Qualitativa + Score CNIS)
Vender planejamento previdenciário quase nunca falha por falta de necessidade. Falha porque o cliente não entende o que o advogado está tentando explicar sobre o CNIS. Na prática, o CNIS vira um documento “técnico demais” para quem só quer uma resposta simples: “Dá para aposentar? Falta quanto? Qual é o risco?” 🤔
A diferença entre vender planejamento “no braço” e vender com IntelPrev não é só velocidade. É a mudança do tipo de conversa: de uma explicação longa e abstrata para um diagnóstico visual, com evidências e prioridades claras. 🔎
Como é a venda sem IntelPrev
1) Diagnóstico manual vira gargalo ⏳
O cliente envia CNIS, carteira, carnês, guias, processos antigos, prints do Meu INSS. Você até consegue organizar, mas o “mapa” do problema exige tempo:
- identificar lacunas de contribuição, competências em aberto, recolhimentos abaixo do mínimo
- conferir vínculos com datas conflitantes, múltiplos vínculos, vínculos “quebrados”
- checar indicadores e pendências (ex.: necessidade de acerto, divergências cadastrais, vínculos sem remuneração)
- interpretar exceções e contexto: períodos especiais, rural, contribuinte individual, segurado facultativo, períodos em benefício, qualidade de segurado, carência
Resultado comum: você precisa de horas para ter segurança e ainda assim fica difícil escolher o que explicar primeiro.
2) A explicação perde força no momento crítico 😵
Na reunião, você sabe o que está errado, mas o cliente enxerga só uma lista de “coisas para arrumar”. O CNIS não ajuda a convencer, porque:
- o cliente não vê o impacto de cada falha no futuro benefício
- a conversa vira um “aula” que cansa e confunde
- ele compara com “respostas rápidas” (internet, colegas, ou um chatbot) e acha que planejamento é excesso de zelo
Aqui nasce a objeção clássica: “Entendi… mas por que eu pagaria por isso agora?” 💸
3) Proposta e follow up dependem de memória e confiança 🧠
Sem um diagnóstico padronizado, o fechamento depende mais de relação e persuasão do que de evidência. E o pós consulta muitas vezes fica solto:
- o cliente sai sem um resumo objetivo do que está errado e do que fazer primeiro
- a urgência some
- você precisa “perseguir” com mensagens e áudios para reexplicar
Como é a venda com IntelPrev
O ponto central é que IntelPrev organiza a história do CNIS em duas camadas complementares:
- Análise Qualitativa: explica o que está acontecendo e por que aquilo importa, em linguagem organizada, com lógica de diagnóstico 🧩
- Score CNIS: transforma complexidade em um painel de saúde, com priorização, clareza e efeito visual 📊
1) Diagnóstico ganha estrutura em minutos ⚡
Em vez de começar do zero a cada caso, você começa com um retrato inicial padronizado. O sistema ajuda a apontar, de forma rastreável:
- integridade das contribuições (lacunas, inconsistências, padrões suspeitos)
- coerência dos vínculos (datas, sequência lógica, conflitos)
- pendências identificadas (o que precisa de acerto, o que gera risco)
- nível de complexidade do histórico (o quanto o caso exige estratégia)
Você continua sendo o responsável técnico, mas já entra na análise com uma base organizada e comunicável.
2) A reunião vira “diagnóstico e plano”, não “aula” ✅
O Score CNIS muda a dinâmica: o cliente vê um quadro geral antes de entrar nos detalhes. Isso faz duas coisas importantes:
- cria entendimento rápido do problema (sem jargão)
- abre espaço para você explicar as prioridades (o que corrige primeiro e por quê)
A Análise Qualitativa entra como narrativa técnica: ela conecta os achados do CNIS às consequências práticas. Em vez de “tem lacuna aqui”, vira “essa lacuna afeta carência e pode derrubar o valor, então a estratégia é X”. 🎯
3) Proposta fica ancorada em evidência e prioridade 🧾
Com score e análise, a proposta deixa de ser “um serviço” e vira “um projeto com justificativa”:
- o cliente entende por que o caso exige planejamento
- ele percebe risco e custo de não agir
- a conversa muda de preço para solução e mitigação de risco
E o follow up fica mais simples: você reapresenta o diagnóstico, não reexplica tudo do zero.
Um exemplo simples de como a conversa muda
Sem IntelPrev:
“Tem uns vínculos estranhos e umas lacunas. Vou precisar analisar melhor. Pode impactar carência, valor e até regras de transição.”
O cliente ouve “talvez”, “pode”, “precisa ver”, e sai sem urgência.
Com IntelPrev:
“Seu Score CNIS mostra risco alto em integridade de contribuições e coerência de vínculos. Na Análise Qualitativa, aparecem duas lacunas críticas e um vínculo com datas inconsistentes. Se isso ficar assim, você corre risco de perder tempo de contribuição e reduzir o valor. O plano é corrigir A primeiro, depois B, e só então simular cenários.” 🚦
O cliente ouve: “onde está o risco, qual é o impacto e qual é a ordem do plano”.
Onde IntelPrev ajuda mais na prática 🚀
- Casos com muitos vínculos e mudanças de regime: a comunicação do “quebra cabeça” vira um painel
- Clientes que já tentaram entender CNIS e desistiram: você entrega clareza rápida
- Escritórios com volume alto: padroniza a entrega e reduz gargalo de triagem
- Planejamento como produto: transforma um serviço “intangível” em algo que o cliente consegue enxergar
Fechamento: o que realmente muda 🔥
Sem IntelPrev, você vende planejamento explicando o CNIS. Com IntelPrev, você vende planejamento mostrando um diagnóstico e um plano priorizado.
Isso não tira o papel do advogado. Pelo contrário: libera tempo do trabalho repetitivo e reforça o que só você entrega bem, que é estratégia, interpretação e decisão.
Se o objetivo é fechar mais planejamentos com menos atrito e mais previsibilidade, a combinação de Análise Qualitativa + Score CNIS é exatamente a peça que faltava entre “eu sei o problema” e “o cliente entendeu e quer resolver agora”. ✅
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